Rodovias federais que passam por Anápolis terão cobrança de pedágio.
Em breve, os anapolinos que se deslocarem para Goiânia, ou Brasília, terão de se acostumar a uma prática que já é rotina para motoristas das regiões sul e sudeste: o pagamento de pedágio.

Em breve, os anapolinos que se deslocarem para Goiânia, ou Brasília, terão de se acostumar a uma prática que já é rotina para motoristas das regiões sul e sudeste: o pagamento de pedágio. Na quarta-feira, 04, o Ministério dos Transportes, através da BM&F Bovespa Bovespa, bateu o martelo para a concessão à iniciativa privada, de um lote composto pelas rodovias BR-060/153/262 (DF/GO/MG). A empresa Triunfo Participações e Investimentos (TPI) venceu o leilão, realizado em São Paulo. A tarifa oferecida pela concessionária foi de R$ R$ 0,02851 por quilômetro, o que representa um deságio de 52% (diferença entre valor estabelecido e o oferecido) em relação ao teto de R$ 0,05940 estabelecido no edital.

Segundo informou o Ministério dos Transportes, o consórcio terá o direito de administrar, durante o prazo de 30 anos, os 1.176,5 quilômetros que vão de Brasília (DF) até Betim (MG). Trata-se de 630,2 quilômetros da BR-060 e da BR-153, desde o entroncamento com a BR 251/DF até a divisa de Minas Gerais com São Paulo, somados a 546,3 quilômetros da BR-262, que vão do entroncamento com a BR-153/MG ao entroncamento com a BR 381/MG.

Os trechos das BRs 153 e 060, que cortam Goiás, terão quatro pontos de pedágio, localizados nas proximidades de Alexânia, Goianápolis, Piracanjuba/Professor Jamil e Itumbiara.

 

 Investimentos

 A concessionária deverá duplicar 647,8 quilômetros nas rodovias BR-153/MG (do entroncamento com a BR-365/MG até a divisa MG/SP) e BR-262/MG (do entroncamento com a BR-153 até Nova Serrana). Os outros 528,7 quilômetros concedidos já estão duplicados, é o caso da BR 153/060 que corta Goiás. De acordo com o Ministério dos Transportes, estima-se que a iniciativa privada desembolsará R$ 1,639 bilhão nessas duplicações. Além disso, o Programa de Exploração Rodoviária define, nos cinco primeiros anos, a implantação de 84 interseções, 38 passarelas, 11 melhorias em acesso, além de 36,5 km de vias marginais em travessias urbanas. Os investimentos dos cinco primeiros anos, incluindo as duplicações, deverão chegar a R$ 3,98 bilhões.

Após o leilão da Bovespa, o ministro dos Transportes, César Borges, anunciou que a prioridade para 2014, será a concessão da rodovia BR-153 (Belém-Brasília), no trecho de Anápolis até Palmas, no Estado do Tocantins. A intenção, conforme o ministro, é que este leilão seja realizado ainda no primeiro semestre de 2014.

 

Fonte:  http://jornalcontexto.net/noticia_detalhe.php?id_noticia=6380

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