Anápolis foi o segundo maior gerador de empregos formais em 2013
Com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e Emprego, o Instituto Mauro Borges, ligado à Secretaria Estadual de Gestão e Planejamento, divulgou o balanço sobre o mercado de trabalho em Goiás, o qual revelou Anápolis como o segundo município com melhor saldo de empregos com carteira assinada, no ano de 2013, perdendo, apenas, para Goiânia. O saldo leva em conta o número de trabalhadores, admitidos e desligados, registrados pelas empresas.

Com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e Emprego, o Instituto Mauro Borges, ligado à Secretaria Estadual de Gestão e Planejamento, divulgou o balanço sobre o mercado de trabalho em Goiás, o qual revelou Anápolis como o segundo município com melhor saldo de empregos com carteira assinada, no ano de 2013, perdendo, apenas, para Goiânia. O saldo leva em conta o número de trabalhadores, admitidos e desligados, registrados pelas empresas.

Em Goiânia, no ano passado, foram admitidos, com carteira assinada, 295.203 trabalhadores e, deste total, houve 276.426 desligamentos, restando um saldo de 18.777 postos de trabalho mantidos com registro em carteira. Em Anápolis, foram 52.265 admitidos, contra 46.517 desligados, gerando um saldo de 4.748 empregos formais mantidos no ano. Aparecida de Goiânia teve 77.341 admitidos e 73.748 desligados, ficando atrás no saldo, com 3.593 empregos com carteira mantidos.

No Estado de Goiás, o saldo de empregos com carteira assinada, em 2013, ficou em 60.831. Foram 798.012 trabalhadores admitidos e 737.197 desligados. Embora o resultado tenha sido positivo, não foi a melhor marca da série histórica dos dados que são colhidos desde o ano 2000. A melhor marca foi alcançada em 2011, quando o saldo de empregos com carteira ficou em 69.552. No ano seguinte, ou seja, em 2012, caiu para 67.105 e, agora, uma nova queda, muito embora em todos os segmentos econômicos mapeados, tenha havido saldo positivo. Com o resultado do ano passado o Estado ocupa a sétima posição no ranking nacional, em termos absolutos na geração de empregos formais, atrás de Santa Catarina; Minas Gerais; Rio Grande do Sul; Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.

 

Atividades

Dentre os setores econômicos, em Goiás, o de serviço foi o de melhor desempenho no saldo de empregos mantidos com carteira, conforme apontaram os números do CAGED. Segundo a pesquisa, foram 254.342 admitidos e 228.560 desligados, gerando um saldo de 25.782 postos mantidos com registro. Em seguida vem o comércio (somados os desempenhos dos segmentos varejista e atacadista), com saldo de 14.079. Foram 183.129 admitidos e 169.050 desligados. E, na terceira posição, está a indústria de transformação, com saldo de 10.816 empregos com carteira mantidos, com 160.975 admitidos e 150.159 desligados. Dentro do setor da indústria de transformação, o destaque ficou para a de produtos alimentícios e bebidas, com saldo de 3.307 postos mantidos. Os resultados apontam 58.616 admitidos e 55.309 desligados. O setor da construção civil, também, fechou 2013 em Goiás com saldo positivo na geração de empregos. Foram 117.771 admitidos e 113.637, ocorrendo um saldo de 4.134 postos mantidos com registro.

           

 

Autor: Claudius Brito 

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